domingo, janeiro 15, 2006

Apareceu Aparecida

Como diria Jorge Ben em sua ode ao crack, "mais eu rolo pedra, mais a coisa fica boa".

Seguindo na babulinagem, disseram que eu não vinha, mas olha eu aqui. O Fator Barney não descansa, a gente dá um tempo. E não pensem que paramos esse tempo todo por causa do chamado ócio criativo.

Ócio criativo é coisa de jornalista da Folha, que adora ler o blog da Luana Piovani pra achar pauta. Primeiro, foi a sensacional crítica sobre o fato da deliciosa atriz ter demorado seis meses pra ler 100 anos de solidão, do Gabriel Garcia Márquez - na seção Crítica, mesmo. Hilariantemente patético. Eu demorei mais pra ler a versão for dummies do Dom Quixote, então só posso me solidarizar com a pobre Luana, aquele colombiano bigodudo adora descrever as abóbodas e os castiçais da sala nos mínimos detalhes. Tem que dar uma respirada pra narrativa fluir, pessoal.



A notícia bombástica dessa semana nos corredores purpurinados da Folha de São Paulo foi o fato de Luana ter se declarado "cansada daquele nariz", referindo-se a mega-exposição da modelo nariguda Gisele Bûndchen. Novamente concordo com a moça. Menos foto da napa, e mais closes nas partes que interessam, pessoal. Até aqui nas área a ex do DiCaprio andou metendo o nariz onde não foi chamada - a gente quer é mais, Giselinha. Da próxima vez que vier a Floripa, retorne com menos roupa e uma bandeira do Brasil na cara.

Só quero ver o que a Luana Piovani tem a dizer sobre a tara do Ricky Martin de levar mijada na cara. Porra, essa Folha já foi um jornal mais familiar. Não deixa a vovó ler isso, rapá.

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O capim não pára, pessoal! Voltamos ainda esta semana com muito mais.
Continuem capinando.

Atenciosamente,
La Direción

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